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Por Dr. Assad Frangieh
Após 73 dias desde sua indicação para o cargo de primeiro ministro do Líbano e em menos de 73 horas após ter apresentado uma composição ministerial que conseguiu desagradar gregos e troianos, o chefe do Tayyar El Mustakbal Saad Hariri coloca os ponteiros de um governo de união nacional na marca zero. Recomeçar de novo ou aguardar até que os cachimbos da paz sejam acesos novamente no Oriente Médio?

A maioria parlamentar no Líbano, mesmo não sendo a maioria popular, continua manifestando posturas dúbias: ora aplaudindo a aproximação Saudita-Síria, ora pressionada pela articulação Egipcia-Norte Americana como nos tempos do governo Bush. Perante uma oposição sólida e um alinhamento conciliador de Walid Jumblatt, importante alicerce do bloco do Hariri, parece que as coisas devem caminhar por mais perda de tempo mantendo o Líbano na deriva e nas incertezas da paz e da guerra.
Um editorial curto. Nada de novo. Apenas Reprise. |